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NO PALCO DA VIDA

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No teatro do mundo… na arena da vida, quatro tipos de pessoas – os artistas, os que trabalham, lutam, atuam! E morrem… Os que aplaudem, sentados em poltronas estofadas… Os que vaiam, xingam, gritam – “Desce daí, ora!” – e os que assistem sem aplaudir, sem vaiar. Assistem, nada mais. São os opacos no teatro do mundo, na arena da vida. Satisfeitos, instalados…

Quatro tipos, no teatro do mundo, na arena da vida. O primeiro tipo, o mais raro. Eles deixam as poltronas, sobem no palco… Entram na arena. Eles trabalham, atuam, lutam… Eles morrem! Mas morrem sorrindo, felizes – sua vida tem sentido!

O segundo tipo, os que aplaudem, sentados em poltronas estofadas. Gostariam de subir ao palco, entrar na arena. Falta-lhe coragem. E, enquanto a coragem não vem, aplaudem aqueles que têm coragem de subir, de atuar, de morrer… Estão perto, muito perto, de também atuar.

O terceiro tipo, os que vaiam, xingam, gritam. Revoltados. Mais consigo mesmos do que com os atingidos por suas vaias, seus gritos de revolta. Mas participam do espetáculo. Negativamente. Mas participam. E, embora não pareça, estão próximos de atuar. Mais próximos até do que eles próprios imaginam.

O quarto tipo, os que estão ai, apenas assistindo, sorrindo, com desprezo, satisfeitos, “superiores”, sem aplaudir, sem vaiar, sem xingar. Apenas assistindo a banda passar. Nem a favor, nem contra. Indefinidos. Estes os que estão mais distantes de subir no palco.

AUTOR DESCONHECIDO

Para refletir: Qual é a sua atuação diante da vida? Qual é o seu papel em sua família? Qual é o seu papel na relação amorosa? V. está satisfeito (a) com este papel? O que fazer para transformar (trans a forma em ação) o que não está legal?

 



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